segunda-feira, 27 de março de 2017

Semana da Leitura - Escrita Criativa

No âmbito da Semana da Leitura, a BE propôs uma atividade de Escrita Criativa. 
A partir de quatro letras "OASC" as turmas descobriram 8 palavras e escreveram
 textos com 77 palavras.

A turma RE13 criou este texto.

O saco tem lixo, espalhou-se pela cozinha, ficou um caos!
- Vamos resolver este caso! - disse a prima Vera.
Já descobri, a minha avó que cosa o saco! - disse a amável professora São.
Então a professora Deolinda pediu:
- Pode coser a soca da minha filha?
A avó Goretti fico-lhes com um asco!
- Estão a abusar! já sou velhinha, não posso trabalhar tanto. Quem me faz um chá? És tu que o coas?
Não se esqueçam, suas cabeças ocas!...

     Os alunos da Pêro 1, fizeram assim.

Uma soca estava dentro dum saco e começou um caso sério: o saco rasgou-se e o José disse:
- Mãe, por favor cosa o saco.
- Está bem, mas tens de arrumar o quarto, está um caos!
- Sim arrumo, mas primeiro coas o chá?
Entretanto chegou um amigo para estudar
- O que vão estudar? - perguntou a mãe.
- Não sabemos!
- São umas cabeças ocas! - disse ela.
O amigo do José não gostou do que a mãe disse e ficou-lhe com asco.

segunda-feira, 20 de março de 2017

As Estrelas das Histórias


Este é o espaço onde podes ver as estrelas atribuídas e os resumos enviados.


  • EB A Lã e a Neve:


  • EB Boidobra:


  • EB Jardim - Ferro:


  • EB Mª Amélia Vasconcelos - Peraboa:


  • EB Pêro da Covilhã:
😉 João Rocha - Prateadas: 3 - Douradas:  0
  • EB Refúgio:
😉Carolina Pereira - RE13 - Prateadas: 7 - Douradas:  1
  • EB Rodrigo:


  • EB S. Silvestre:


  • EB Santo António: 
😉 António João  -SA3 - Prateadas: 1 - Douradas: - 0
😉 Vitória Morais - SA3 - Prateadas: 4 - Douradas: - 0
😉 Leonor Barros - SA3 - Prateadas: 1 - Douradas: - 0
😉 Lourenço Guimas - SA3 - Prateadas: 2 - Douradas: - 0
😉 Salvador Neves - SA3 - Prateadas: 1 - Douradas: - 0



RESUMOS





Título: A Rima do Romeu
Este livro fala sobre um javali facocheiro que estava a escrever um poema que começava assim: Uma aranha apaixonou se  pelo sol. Ofereceu-lhe a lua e um girassol.
Como não queria o sol o seu amor. Afastou a aranha e...
O Romeu andava à procura de uma rima para  amor.
Apareceu Cláudio  o crocodilo, ele  disse uma rima mas assim ficava mal.
A seguir  apareceu a Ana aranha, depois  Leopoldo  o leopardo, de seguida Hipolito o hipopótamo, mas ninguém lhe disse uma rima. Até  que…

                                                                                                          Lourenço Guimas SA3



Título: A cigarra e da formiga.
A formiga andava sempre a carregar e guardar comida para o inverno. Enquanto a cigarra andava a cantar.
Quando chegou o inverno a cigarra ficou sem abrigo e sem alimentação. Foi pedir ajuda à formiga e esta ajudou-a e cuidou dela.
Vitória Morais SA3


Título: O leão e o rato.
Fala sobre um leão que estava a dormir e um rato que estava a passar por cima dele.
O leão acordou  e apanhou o rato com as suas garras. Depois o rato tentou convencer o leão que algum dia o poderia salvar. O leão soltou o rato.
Mais tarde o leão caiu numa armadilha de rede. O rato roeu a rede e soltou o leão.
Vitória Morais - SA3



Título: És o Pai Natal?
Fala sobre um ursinho chamada Simão. Um dia o corvo disse que ele era parecido com o Pai Natal e o Simão ficou contente. Depois foi a casa dos ratinhos e disse que era o Pai Natal mas eles não acreditaram. Ele foi para casa, vestiu um casaco vermelho e pôs umas barbas brancas feitas de algodão. Voltou a casa dos ratinhos e disse para pedirem um desejo. Eles desejaram que o pequeno Ratocas ficasse bom. O ursinho ficou preocupado e quando chegou a casa tirou o casaco e as barbas. Disse à mãe que tinha dores de barriga. A mãe fez-lhe um chá e ele saiu a correr para casa dos ratinhos. Pousou o chá, tocou a campainha e fugiu. No dia seguinte o pequeno Ratocas estava bom.

Vitória Morais - SA3 

O Gastão
O Gastão é uma girafa...nasceu pequenino, cresceu e agora e muito grande mesmo muito grandalhão.
Gosta tanto de ser pequeno para poder brincar com os meus amigos ...pobre Gastão que adora jogar a bola...mas de manhã à noite a conversa é sempre a mesma.
-Gastão, acaba com isso… assim ganhas todos os jogos!
As hienas não gostam de perder.
                                                                                                                                                                        Salvador Neves  - SA3


Boa noite Simão
Este livro fala sobre um menino chamado Simão que não conseguia dormir sem o seu cão Fred.
Um dia o cão desapareceu. O Simão e a Stela foram procurá-lo.
Stela pede a Simão que procure no cadeirão, mas Simão achava que o cadeirão era um sapato. Então, Stela disse que continuavam no dia seguinte de manhãzinha.
Simão foi para a cama e debaixo do edredão estava o Fred a dormir.
                        Lourenço Guimas – SA3






Os três Porquinhos
A minha história é a dos três porquinhos.
Um dia eles andavam a cantar e a dizer que não tinham medo do lobo mau e construíram uma casa para cada um. Uma de palha, outra de madeira e ainda outra de tijolos.
Quando apareceu o lobo, correram para as suas casas. O lobo derrubou  a de  palha e o porquinho fugiu para a casa do irmão. O lobo também conseguiu derrubar essa casa e os dois foram para a casa de tijolos que o lobo não conseguiu destrui e lá se foi embora.
                                                                                                                      Vitória Morais – EB Santo António – 3º ano



Roupa só para Ursos

A dona Ursa Cartita cedinho pela manhã tratou de se por bonita e foi às compras com a irmã.
Uns sapatos e um vestido tinha intenção de comprar e talvez um casaco comprido se conseguisse arranjar.
Entrou na sapataria e todo o calçado experimentou. Pequeno, não lhe servia e grande, não encontrou. Somente um par de chinelos conseguiu calçar direito, não os trouxe por serem amarelos, tinham esse pequeno defeito.
                                                                                                    Leonor Barros – EB Santo António – 3º ano



Titulo: A ilha das bocas abertas
Autor: Arsénio Mota
O meu livro chama-se "A ilha das bocas abertas" e fala sobre uma ilha que foi descoberta por uma navegadora solitária que um dia foi arrastada  pelo vento para uma ilha de forma estranha.
A ilha tinha a forma de uma boca. Dois repórteres foram à ilha para fazer uma reportagem e descobriram que os habitantes da ilha pareciam rabiscos de crianças, eram umas bocas grandes com braços no lugar das orelhas e pernas compridas. Na ilha existiam vários tipos de bocas: a boca-come, a boca-bebe, a boca-beija, etc...e nessa ilha  cada boca só podia fazer uma coisa porque a ilha estava amaldiçoada.
                                                                                                                                   António João - SA3




titulo: O príncipe Nabo


autor: Ilse Losa

resumo: o livro conta a história de uma arrogante princesa que não escolhia um marido.

certo dia o seu pai levou ao seu castelo três príncipes mas ela como sempre recusou-os, então o pai decidiu que a primeira pessoa a entrar no castelo iria casar com a sua filha.

passado algum tempo um músico pobre entrou no castelo, tinha uma guitarra com a qual cantou uma música sobre a arrogância e vaidade da princesa e como contribuição pela música o rei deu a filha em casamento.

Ela passou a viver com ela numa casinha humilde onde descobriu o significado de trabalho até ao dia em que ela vai trabalhar para o castelo de um dos príncipes que ela recusou e, aí, descobriu que o seu marido a quem já estava habituada era na verdade o príncipe Austero da Mailândia.


                                                                                                                                        João Rocha - 5º1


titulo: Anjos e demónios


autor: Dan Brown

resumo: o livro fala de um cientista do cern que foi brutalmente assassinado por uma ordem satânica chamada illuminati para conseguirem uma poderosa arma de destruição que se chama antimatéria.

Agora Vittoria Vetra e doutor Langdon vão numa corrida contra o tempo para salvar o Vaticano (onde se encontra a antimatéria) e salvar os 4  melhores cardeais do conclave que se encontra a decorrer naquela altura.


                                                                                                                                       João Rocha - 5º1

titulo: A vida mágica da sementinha


autor: Alves Redol

resumo: este história retrata o desenvolvimento de uma semente

desde que foi tirada das caixas para ser plantada até ao momento em que se colhe e fica pronta para ser comida.


                                                                       João Rocha - 5º1

A fada Carolina
   Livrinho da
     felicidade
Felicidade é quando alguém nos faz sentir especial!
Felicidade é acordar e receber presentes no Natal!
Felicidade é relaxar num banho    de espuma!
Felicidade é uma caixa de chocolates.
Felicidade é partilhar coisas boas com os amigos!
Felicidade é acabar os trabalhos de casa!
Felicidade é o Verão,o mel para o chá!
Felicidade é sentir-me bela como uma borboleta sem os pés tocarem no chão!


                                                                            Carolina Pereira   RE13


Anita no ballet
A mãe da Anita deixou-se levar,e o pai disse que sim,para a Anita entrar para o ballet.
Irene,a professora de ballet da Anita é muito paciente com a nova aluna.
A Anita a segurar a mão na barra e o pé também na barra esticado,o Minuche diz:
-Bravo! Anita.
Ele é o gatinho da professora Irene.
Mas,para vir a ser a primeira bailarina precisava saber tudo.
O Pantufa o cãozinho da Anita perguntou á professora Irene:
- Professora Irene o que é a primeira bailarina?
A professora Irene respondeu:
- A primeira bailarina é a que dança melhor do que as outras.
A Anita nessa noite sonhou que um dia será a primeira bailarina.

                                                                Carolina Seco Pereira     RE13

O Pirilampo Mágico
Autor: Maria Joao Carvalho



A Matilde era uma menina que vivia com a  avó muito velhinha. A avó todos os dias lhe perguntava como estava o seu querido dia e a Matilde descrevia o que via  à avó.


Até que um dia a Matilde pensou em ter uma ideia com que fizesse a avó olhar para o céu, pois ela não olhava devido ás suas costas curvadas. Naquele momento um pequeno e curioso ser que surgiu da manga do seu vestido.

A Matilde perguntou-lhe quem era e ele respondeu que era o Pirilampo Mágico. Ele aparecia sempre que alguém precisasse de ter uma ideia. Ela ficou curiosa em saber como ajudar a avó.

O Pirilampo piscou os olhos três vezes, sacudiu a sua antena três vezes e deu três saltinhos e contou, Plim! Plim! Plim! E a magia aconteceu: da outra manga do vestido surgiu um espelho, era o espelho dos Pirilampos Mágicos.

O Pirilampo desapareceu sem deixar rasto dizendo à Matilde para agora pensar como o utilizar. Ela pediu ajuda ao seu amigo Tomás para terem uma ideia com o espelho.

Sentaram-se na relva do jardim a pensar e...Plim! Plim! soltou-se um pirilampozinho da moldura do espelho para ajudar. O Tomás contente quis ir chamar a Maria e eles foram busca-la, Maria nao consegui brincar como eles porque andava numa cadeira de rodas.

A Maria ouviu a história mágica dos pirilampos e teve uma ideia e surgiu outro pirilampo da sua sandália. Todos pensaram numa solução e foram buscar a poltrona para o jardim onde a velhinha costumava dormitar. Com cuidado levaram a avó para se sentar nela e pousaram o espelho mágico na relva junto aos seus pés.

O milagre aconteceu, a avó viu o céu azul intenso com raios de sol dourados, andorinhas, borboletas e até um avião. A avó estava feliz e contou uma história aos meninos sobre o que aconteceu no reino das nuvens numa noite de trovoada.
Plim! Plim! debaixo do xaile saltaram dois coloridos pirilampos entusiasmados querendo ouvir também a história.
                                                                 Carolina Seco Pereira   RE13 

Senhora Sabichona
Autor: Roger Hargreaves
A senhora Sabichona sabe muitas coisas simples como por exemplo: para dormirmos bem à noite, temos de ir para a cama. E, se nos quisermos levantar, primeiro temos de acordar.
Se não quisermos ter fome, temos que comer.
A Sr.ª Sabichona sabia que era impossível as centopeias arranjarem sapatos da mesma cor para todos os pés. As pessoas iam fazer-lhe perguntas.
O Sr. Desmazelado perguntou o que havia de fazer para continuar desmazelado e ela respondeu para não se lavar.
O Sr. Pateta perguntou se havia alguma coisa mais pesada do que um hipopótamo e ela respondeu dois hipopótamos.
Chegou o sr. Esperto e perguntou de que cor era o seu chapéu verde e ela disse que claro que era verde.
Farta de ouvir perguntas simples foi-se embora e viajou para a Terra da Esperteza para lhe fazerem perguntas difíceis.
Num ramo de uma  árvore estava pousado um porco e ele perguntou como haveria de sair dali. Ela disse para saltar e ele saltou para cima dela.
Mais adiante ela encontrou um elefante que tinha um nó na tromba e pediu ajuda, então ela desatou o nó e o elefante soprou a Sr.ª Sabichona foi pelos ares aterrou em frente de um leão que estava com fome. Ele perguntou-lhe o que havia de comer. ela olhou em volta e não viu nada e correu para casa antes que o leão a comesse.

                                                                                         Carolina Pereira -  RE13 


A princesa Sofia - O baile das máscaras

Autor: Lisa Ann Marsoli

Os pais de Sofia vão organizar um baile de máscaras e todos terão de criar uma máscara e haverá prémios.
A Amber quer mascarar-se de pavão e tenta criar uma máscara para ganhar, mas as penas acabavam por cair e o chapéu mais parece um galo.
Ela vai procurar a Sofia para a ajudar mostrando-lhe o seu esboço.
A Sofia começa por coser as penas à saia e à capa cor de rosa da Amber, depois criou um chapéu de penas a condizer.
Sofia levou a Amber até ao espelho e...Tcharam! A Amber dá um abraço à Sofia quando se vê ao espelho e agradeceu-lhe convencida que iria ganhar o prémio.
Agora Sofia tinha de fazer a sua máscara de fada e acrescentou-lhe umas asas com brilhantes e uma coroa de flores.
Chegou o dia do baile e Amber quando vê Sofia fica zangada, pois a mascara da irmã é melhor que a sua.
Amber decidiu colocar mais penas na sua mascara e James viu-a no jardim com os pavões.
Amber correu para o castelo e no caminho escorregou e caiu numa possa de lama.
Já tinham chegado todos os convidados e Sofia perguntou ao James pela Amber. Sofia seguiu o rasto da pegadas e foi ter com ela ao quarto.
Amber explicou o que aconteceu e que tinha inveja da sua mascara.Então Sofia partilhou a sua máscara com a irmã e fez um vestido igual.
Agora são duas fadas gémeas.
O júri,Flora, Fauna e Primavera observaram cada criança. A máscara arco-íris ganhou o prémio de máscara mais gira, Jin com o fato de bobo ganhou o prémio de máscara mais tonta, e o prémio de melhor máscara foi o do dragão do Khalid.
Mas, ainda havia um prémio para atribuir à máscara mais atenciosa que foi entregue à Sofia e a Amber.
Amber disse que o melhor prémio é ter uma irmã com quem pode contar.


                                                                           Carolina Seco Pereira - RE13

Alana e a festa da cor
Autor: Alice Cardoso


Alana saiu de casa para ver o lindo dia colorido no bosque. Observou a Natureza, as árvores verdes, as flores a desabrochar espalhando perfumes.
Facinada com tanta beleza concluiu que a Natureza é a melhor pintora do mundo!
Alana saltou para a beira da água límpida onde observou os peixes voadores  que pulavam, outros coloridos nadavam e as larvas efémeras se misturavam entre eles.
Apareceu uma galinha-d´água que comprimentou Alana e convidou-a para conhecer o seu ninho. Quando chegaram ela sorriu pensando que os ovos pareciam pintados pela Natureza.
Alana aproximou-se das outras ninfas que estavam muito felizes, pois a rainha das ninfas dise que era a festa da alegria e da cor. A rainha contou que no povo dos homens havia um coelho que se transformava num pintor de ovos que distribuia goloseimas.
No dia seguinte, o bosque acordou em sobressalto. A Natureza estava colorida de uma forma diferente e todos deconfiavam que poderia ter sido a Alana, mas ela negava e ninguém acreditava.
Alana mergulhou no lago e viu que a água da cascata tinha sido pintada em riscas coloridas e a galinha d´água gritou que tinha a cauda cor de rosa.
Alana não sabia o que fazer e chamou a rainha das ninfas para aconcelhar a galinha e ela disse-lhe para não se limpar com o bico porque podia ficar envenenada.
As ninfas mergulharam para purificar o lago com essências e voltou a ser cristalino, limparam as árvores, as pedras e a cauda da galinha.
A rainha das ninfas explicou que alguém despejou tintas de óleo que não se misturam com o líquido e que são toxicas, lembrando que o homem pode ser o responsável pela destruição das cores.
Pediram desculpa a Alana por desconfiarem dela. Alana contente  dançou junto do arco-íris e borboletas coloridas acompanharam-na com simplicidade e elegância.
Esta é a verdadeira festa da cor.
   
                                                                      Carolina  Pereira - RE13
A fada Sofia
Sofia era uma menina de cabelos louros, lisos, e olhos azuis e tinha o poder de realizar desejos.
Um dia saiu de casa e encontrou um menino e o menino pediu-lhe  :- Quero que me leves a Paris.
Sofia espantada disse que não era possível de ir a Paris.
No dia seguinte saiu de casa e apareceu – lhe uma menina e disse :-leva-me ate ao príncipe mais bonito do mundo.
Sofia disse que era impossível de realizar  esse desejo.
A menina fartou-se de chorar muito.
A fada foi para casa por que tinha que ir a uma festa vestiu um vestido aos corações e uns sapatos aos laços.
Chegou  a casa não havia ninguém acendeu as luzes estavam la a menina e o menino e disseram-:-tu não me levastes a Paris !
-E tu por mim nada fizeste !
És má!- disseram as crianças.
Dai ela continuou  a realizar os desejos.


                                                                                             Carolina Pereira - RE13

segunda-feira, 13 de março de 2017

Escola Básica A Lã e a Neve

Alfabeto sem juízo

(Poema seguindo a estrutura do " Abecedário sem juízo" de Luísa Ducla Soares)

A é a Andreia, a cavalo numa colmeia.
B é o Belchior, quer armar-se em maior.
C é a Célia, nada com a Amélia.
é o Daniel, com chichi rega o malmequer.
E é a Ema, na cabeça leva uma pena.
F é o Frederico, come “Pão Rico”.
G é a Guida, fez uma ferida.
H é a Hélia, é divertida mas parece séria.                                                
é o Inácio, parte um dente com um crustáceo.
J é o João, faz corridas com um cão.
K é o Kevin, fala sobre mim.
L é o Leonel, tem macacos no anel.
é a Mariana, come a sopa com banana.
N é o Nuno, toma banho dentro de sumo.
O é a Olívia, todos os dias vai à Bolívia.
P é a Patrícia, entra de girafa na polícia.
Q é o Quim, no estádio cheira a jasmim.
R é o Rodrigo, a beber água do umbigo.
S é a Sara, engasgada com uma vara.
T é a Tatiana, dá uma cambalhota numa liana.
U é o Ulisses, na escola só faz tolices.
é a Vitória, não sabe a história.
W é o William, deita-se de manhã.
X é a Xénia, parte as costelas a fazer a vénia.
é a Yolanda, desafina na banda.
Z é o Zeca, foi ao barbeiro e ficou careca.
                                                                                   
Alunos do 2º ano, EB A Lã e a Neve 


                                       A verdadeira história do Capuchinho Vermelho

Eu sou o verdadeiro lobo da história “O Capuchinho Vermelho” e tenho fama de ter assustado a menina e de ter comido a avozinha. Mas, podem crer, essa versão é falsa e eu vou contar a verdadeira história.
Cerdo dia, andava eu a apanhar florinhas silvestres, na floresta, quando encontrei uma menina com um capuchinho vermelho, que levava uma cestinha com comida para a avó. A menina foi muito antipática, porque não respondeu à minha saudação. Então, eu disse-lhe:
- És muito malcriada, porque não me cumprimentaste.
- Vai dar uma curva! – respondeu o Capuchinho Vermelho, muito arrogante, virando-me as costas e dirigindo-se  para a beira do rio.
Começou a comer o lanche que era para a avozinha e mastigava depressa e com a boca muito cheia…
Eu fiquei furioso e gritei-lhe:
- És mal-educada, glutona e não respeitas a tua avó, que coitada, esperava essa comidinha…
Ela virou-me as costas, desequilibrou-se e caiu ao rio.
Eu fiquei muito alarmado e corri para casa da avozinha para avisá-la que a sua neta corria perigo.
A pobre senhora ficou tão assustada com a minha presença que quase teve um ataque cardíaco.
Um caçador ouviu os gritos, começou a disparar a sua caçadeira, mas por sorte, só me acertou numa orelha… então vim parar ao parque zoológico onde ainda hoje me encontro.
Ah! Já me esquecia, o Capuchinho Vermelho é uma excelente nadadora, saiu da água e foi para casa toda fresca…


                                                   Alunos do 4º ano da EB a Lã e a Neve







quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

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